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palanque de Lula no RS
Edegar Pretto e Juliana Brizola estão a frente do emedebista Gabriel Souza, mas, separados, podem ficar atrás dele no 1º turno. Fotos: Assessorias dos pré-candidatos
BRASIL

Disputa entre PT e PDT ameaça força de Lula no RS

Gabriel Souza e Zucco podem polarizar o segundo turno

A hipótese de PDT e PT do Rio Grande do Sul saírem em chapas separadas para a disputa do governo estadual pode deixar o presidente Lula sem nenhum palanque no segundo turno.

A desunião destes dois partidos que integram a base de sustentação do governo Lula em Brasília pode, potencialmente, favorecer a ida ao segundo turno da chapa apoiada pelo governador Eduardo Leite e encabeçada pelo vice-governador Gabriel Souza.

Apesar de por enquanto ostentar baixos percentuais nas pesquisas eleitorais, ficando abaixo de Juliana Brizola/PDT e Edegar Pretto/PT nas simulações, a aliança eleitoral de Gabriel Souza tem prefeitos do MDB em 126 municípios e em outros 41 do PSD, além de dezenas de vice-prefeitos, vereadores, deputados, militâncias e máquinas partidárias bem estruturadas em praticamente todos os municípios gaúchos.

As seções gaúchas do MDB e PSD são, majoritariamente, oposicionistas em relação ao governo Lula. Se Eduardo Leite for confirmado candidato presidencial, o sentimento antipetista odioso ganhará ainda mais terreno.

Eduardo Leite, governador do RS. Foto: Reprodução Redes Sociais

Portanto, se a candidatura de Gabriel Souza tiver maior votação que o desempenho individual da Juliana Brizola e do Edegar Pretto –hipótese que não pode ser desprezada– a eleição de outubro será decidida no segundo turno entre o antipetista e antilulista Gabriel Souza e o tenente-coronel bolsonarista Luciano Zucco, do PL.

Nesta circunstância, o presidente Lula não teria um palanque próprio no segundo turno no Rio Grande do Sul, o que é tremendamente preocupante no contexto de uma eleição que se afigura ainda mais renhida e difícil que a de 2022.

Além disso, a incapacidade de PT e PDT chegarem a um entendimento para a viabilização de uma candidatura única também complica a eleição de pelo menos uma das duas cadeiras em disputa para o Senado.

Isso porque o PDT poderia lançar candidatura própria ao Senado para reforçar sua candidatura majoritária; ou, o que não seria improvável, poderia se unir à chapa de Gabriel Souza, dada a pressão de setores internos contrários à aliança com o PT.

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