O Brasil acaba de registrar mais um recorde positivo histórico sob a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O desmatamento despencou 20% em todos os biomas nacionais no último ano, atingindo a menor marca dos últimos sete anos. Os dados, divulgados pelo MapBiomas, comprovam que a reconstrução da política ambiental brasileira não é apenas retórica diplomática, mas uma barreira concreta e eficaz contra a devastação promovida pelo agronegócio e pelo garimpo ilegal.
Após quatro anos de desmonte institucional e incentivo direto à criminalidade ambiental promovidos pela extrema direita, o Estado brasileiro voltou a atuar com rigor. A queda generalizada na perda de cobertura vegetal reflete a retomada das operações de fiscalização e o fortalecimento de órgãos de controle, que haviam sido propositalmente sucateados para beneficiar a elite agrária e os invasores de terras públicas.
A boiada parou de passar na Amazônia e no Cerrado
Mesmo com a redução expressiva em âmbito nacional, o Cerrado e a Amazônia continuam sendo os biomas mais atacados pelo capital predatório, respondendo juntos por 84% de toda a área desmatada. O levantamento aponta que o Cerrado perdeu mais de 540,6 mil hectares, concentrando quase 55% do desmatamento do país. Contudo, até mesmo nessa região, historicamente dominada pela expansão desenfreada da fronteira agrícola, houve uma queda de 17% em relação ao ano anterior.
Na Amazônia, o cenário de recuperação é ainda mais contundente. Foram desmatados 289.478 hectares, o que representa uma redução de 23,5% frente ao ano passado. Esses números escancaram o efeito nocivo da expansão do agronegócio, que subordina a vida ao lucro, e reforçam a importância vital de demarcar terras indígenas e proteger as unidades de conservação, que funcionam como verdadeiros escudos contra a destruição.
Recordes do bem e o desespero da oposição
A queda abrupta no desmatamento soma-se a uma série de indicadores positivos que o governo Lula vem acumulando desde o primeiro dia de mandato. Enquanto a oposição reacionária tenta fabricar crises artificiais nas redes sociais, a realidade material se impõe com força: menos floresta no chão significa mais soberania, mais futuro e respeito internacional.
O agronegócio e os financiadores do garimpo, que se acostumaram a operar na ilegalidade com a complacência do governo anterior, agora enfrentam a força da lei. O recorde ambiental é, acima de tudo, uma vitória política da classe trabalhadora contra a barbárie.






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