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A redução da pobreza nas metrópoles bate recorde histórico no governo Lula. Mais de 10 milhões de pessoas saíram da miséria no Brasil. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil
VIDA

Lula 3 tira dez milhões da pobreza no país

Taxa nas metrópoles atinge 18,4%, a menor desde 2012

O governo Lula 3 acaba de registrar mais um recorde histórico: a taxa de pobreza em 22 regiões metropolitanas caiu para 18,4% em 2025, o menor nível da série iniciada em 2012. Entre 2021 e 2025, mais de 10 milhões de pessoas deixaram a pobreza, provando que o Estado indutor é o único caminho para resgatar a dignidade da classe trabalhadora.

Os dados são do boletim Desigualdade nas Metrópoles, produzido pelo Observatório das Metrópoles, Rede de Observatórios da Dívida Social na América Latina (RedODSAL) e Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), com base no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A renda média domiciliar per capita nas metrópoles também bateu recorde, alcançando R$ 2.766, e a extrema pobreza desabou para 3,2%.

Para o economista Marcelo Ribeiro, pesquisador do Observatório das Metrópoles, a vitória contra a miséria é fruto da valorização salarial.

“Está muito vinculada com o fato de as pessoas mais pobres terem aumentado o seu nível de renda a partir do rendimento do trabalho”, explicou.

A avalanche de recordes que aterroriza a elite

A queda da pobreza integra uma avalanche de recordes da gestão Lula 3 que destrói a narrativa da extrema direita. Como a Frente Livre já destacou, o Brasil voltou às dez maiores economias do mundo com o Produto Interno Bruto (PIB) crescendo 1,8% no primeiro trimestre. O desemprego despencou para 5,8%, o menor nível em décadas, e o salário médio atingiu a marca inédita de R$ 3.722.

A lista de vitórias contra o capital predatório é extensa. O país registrou recorde de investimento estrangeiro, a Bolsa de Valores rompeu os 175 mil pontos, o desmatamento caiu 20% e a taxa de homicídios atingiu a menor marca da história. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) subiu para 0,805, colocando o Brasil no grupo de muito alto desenvolvimento.

Enquanto a burguesia tenta fabricar crises e impor arrocho fiscal, a realidade se impõe. O governo Lula entrega comida na mesa e prova que o crescimento só faz sentido quando o povo deixa a miséria para trás.

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