Se você encontrar um brasileiro apoiador da direita na rua e perguntar a ele como vai o país, ele não vai nem titubear: o Brasil está acabado, dirá. Ou ainda: Lula acabou com o Brasil. Isso é o que eles ouvem o dia inteiro nos grupos de WhatsApp alimentados pelas páginas neofacistas na web e nas redes sociais. Não sabem explicar exatamente porque dizem isso. Ou com base em que dizem isso. Mas repetem com constrangida convicção.
Porém, no mundo real, medido pelas estatísticas oficiais do país…
O Brasil vive uma sequência inédita de recordes positivos na gestão Lula 3.
A começar da última das estatísticas divulgadas. Na sexta-feira (29), ficamos sabendo que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 1,8% no primeiro trimestre. Foi o sexto maior crescimento do mundo e fez com que o Brasil voltasse a figurar entre as dez maiores economia do planeta, mesmo com o dólar em alta no mercado interno.
A avalanche de dados materiais desmonta a narrativa de caos fabricada pela extrema direita e o terrorismo fiscal da Faria Lima. Desde 2023, a retomada do papel indutor do Estado tem gerado resultados históricos, provando que a política de inclusão social e a valorização da classe trabalhadora são os verdadeiros motores do desenvolvimento nacional.
Na economia, o fracasso do modelo defendido pelos neofascistas é evidente.
Com a política econômica de Lula, a confiança no desempenho futuro voltou. O Brasil fechou 2024 com recorde de investimento estrangeiro, que somou US$ 1,141 trilhão, valor que representa quase a metade, 46,6%, do Produto Interno Bruto.
Neste ano, o país atingiu a menor taxa de desemprego das últimas décadas, estacionando na casa dos 5,8% nos três meses terminados em abril. Trata-se do melhor nível para o período na história do Brasil.
O rendimento médio real do trabalhador bateu recorde histórico, ultrapassando a marca de R$ 3.200 mensais, enquanto a massa salarial superou os R$ 320 bilhões. O salário médio atingiu a marca de $ 3.722. Também números nunca antes atingidos.
O mercado financeiro, que apostava no desastre, engoliu o próprio pessimismo ao ver a Bolsa de Valores rompeu a barreira dos 150 mil pontos pela primeira vez na história em novembro do ano passado. Neste ano, ultrapassou os 172 mil e fechou o último pregão com 175 mil pontos.

Arte: FLIA
Saúde e segurança com investimentos reais
O impacto da gestão popular reverteu o desmonte em áreas vitais. O Sistema Único de Saúde (SUS). Em 2025, o Sistema Único de Saúde recebeu R$ 234,5 bilhões, o maior valor de sua história e quase R$ 6 bilhões acima do piso constitucional.
Essa injeção de recursos permitiu a retomada de programas essenciais, a expansão da rede de atendimento e a realização de 14,7 milhões de cirurgias eletivas, um marco inédito para o país.
A boiada parou de passar nos biomas
No meio ambiente, o Estado voltou a atuar com rigor contra o capital predatório. O desmatamento caiu 20% em todos os biomas, atingindo a menor marca em sete anos. A Amazônia viu a devastação recuar 23,5%, perdendo 289.478 hectares, enquanto o Cerrado registrou queda de 17%. O país ainda bateu recorde no turismo, recebendo 9,3 milhões de visitantes estrangeiros.
Com avanços tão expressivos nos setores mais importates da vida da população, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, medido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), chegou a 0,805 em 2024. Pela primeira vez na história, o país entrou no grupo de países com muito alto desenvolvimento humano. Isso porque a medição diz respeito à realidade de um ano e meio atrás…
A soma desses indicadores revela um país que recuperou sua soberania. Enquanto a oposição se afunda em pautas morais vazias, o governo Lula entrega a única resposta que importa: comida na mesa, carteira assinada, floresta em pé e dignidade resgatada.






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