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Novo Desenrola limpa nome
O Novo Desenrola limpa nome de 6 milhões de pessoas. O governo Lula atua para resgatar o trabalhador do endividamento. Foto FLIA (imagem gerada por IA)
ECONOMIA

6 milhões de brasileiros libertados da máfia dos juros

Programa do Lula 3 quita dívidas de até R$ 100 para 4 milhões de pessoas

Nos primeiros dias de operação, o Novo Desenrola já beneficiou mais de 6 milhões de pessoas, resgatando famílias que haviam sido asfixiadas pelas taxas abusivas cobradas pelos bancos. A iniciativa prova que o Estado deve intervir para proteger a população contra a ganância do capital financeiro.

Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, o impacto imediato do programa foi a desnegativação em massa. Cerca de 4 milhões de brasileiros tiveram seus nomes limpos automaticamente.

“São pessoas com dívidas pequenas de até R$ 100”, detalhou o ministro nesta terça-feira (9).

Além disso, 1,1 milhão de pessoas quitaram seus débitos à vista, aproveitando descontos médios que superam a marca de 80%.

O Novo Desenrola é voltado principalmente para a população de baixa e média renda, focando em quem recebe até cinco salários mínimos. O programa oferece condições que o mercado privado jamais concederia por vontade própria: descontos de até 90%, juros limitados a 1,99% ao mês e parcelamento em até 48 vezes. O uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) também foi liberado para abater os débitos. “Essas pessoas limparam o nome e estão novamente aptas a consumir”, ressaltou Durigan.

Novo Desenrola limpa nome

Dario Duringan, ministro da Fazenda: juros altos tem a ver com a Guerra do Irã. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A farsa do mercado sobre os juros

Durante a entrevista, o ministro da Fazenda rebateu a narrativa terrorista da Faria Lima, que tenta culpar os investimentos sociais do governo pelas taxas de juros extorsivas praticadas no Brasil. Durigan negou que os juros estejam altos porque o Estado gasta muito. Ele apontou o verdadeiro culpado: a instabilidade global gerada pelo imperialismo.

“Eles decorrem de desarranjos causados, em grande parte, pela guerra [dos EUA e de Israel contra o Irã]. Por isso, enquanto houver esse cenário, estamos adotando medidas de subvenção [de preços], como a da gasolina”, acrescentou o titular da Fazenda.

Enquanto a direita defende que o povo pague a conta da crise internacional, o governo garante que “nossas metas serão cumpridas”, mantendo o compromisso com o desenvolvimento nacional e a dignidade de quem vive do próprio trabalho.

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