O Brasil registrou 65,2 milhões de passageiros em voos no primeiro semestre de 2026, um aumento de 5,4% em relação ao mesmo período de 2025. O número, divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é o maior da série histórica para o período e confirma uma tendência que o bolsonarismo insiste em negar: a economia brasileira está crescendo, o povo está com mais dinheiro no bolso e, com isso, está voando mais.
Foram 50,2 milhões de passageiros em voos domésticos e 15 milhões em voos internacionais entre janeiro e junho. Só em junho, 10,3 milhões de brasileiros passaram pelos aeroportos do país. A movimentação de cargas também cresceu: 673,6 mil toneladas transportadas, 1,4% a mais que em 2025.
O motor do crescimento não é mistério
A pergunta que a direita não quer responder é simples: de onde vem esse aumento da demanda na aviação civil? A resposta é óbvia: a política econômica do governo Lula, que tem como carro-chefe o aumento real do salário, a geração de empregos formais e a redução do desemprego.
R$ 3.722 — um ganho real de 5,5% acima da inflação na comparação com o mesmo período de 2025. A massa salarial, que mede o total de rendimentos circulando na economia, atingiu R$ 374,8 bilhões mensais, o maior valor já registrado. Mais dinheiro no bolso do trabalhador significa mais consumo — e consumo significa mais passagens aéreas vendidas.O contraste com o desgoverno anterior
O crescimento do setor aéreo não é um fenômeno isolado. É um sintoma direto de uma política econômica que prioriza o trabalhador, o consumo popular e a geração de emprego. Durante o governo Bolsonaro, o Brasil perdeu empregos, o salário mínimo teve aumentos abaixo da inflação e a massa salarial encolheu. Resultado: menos gente voando, mais aeroportos vazios e empresas aéreas com balanço no vermelho.
Agora, com salário em alta, desemprego em baixa e massa salarial recorde, o brasileiro está fazendo o que a extrema direita mais teme: vivendo. Viajando. Consumindo. O aumento de 5,4% no número de passageiros aéreos não é obra do acaso — é o reflexo de um país que voltou a crescer.
Que os bolsonaristas continuem chamando isso de “não sei o quê”. Enquanto isso, 65 milhões de brasileiros decolam.





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