Em 2025, o Brasil superou a marca de 1 milhão de vagas com carteira assinada em apenas cinco meses, gerando 1.051.244 postos de trabalho e apresentando saldo positivo nos cinco setores da economia analisados. No acumulado dos últimos 12 meses, o país gerou 1,62 milhão de vagas formais. Em maio, o Brasil registrou a criação de 148.992 vagas de trabalho, conforme dados do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta segunda-feira, 30 de junho.
O setor de Serviços foi o maior gerador de empregos do ano, com 562.984 vagas criadas, um crescimento de 2,44%. A Indústria também se destacou, com 209.685 postos de trabalho, registrando um crescimento de 2,35%. Esse aumento na indústria foi impulsionado pela fabricação de produtos alimentícios (+22.757 vagas), máquinas e equipamentos (+14.675), produtos de metal, exceto máquinas (+13.236) e fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias (+12.919). Já a Construção gerou 149.233 vagas, com crescimento de 5,22%, seguida pela Agropecuária, que criou 72.650 postos (+4,04%) e pelo Comércio, com 56.708 vagas (+0,54%).
Entre os estados, São Paulo foi o maior gerador de empregos, com 309.758 vagas (+2,16%), seguido por Minas Gerais (124.272 vagas, +2,53%) e Paraná (84.882 vagas, +2,64%). O crescimento mais expressivo foi registrado em Goiás (+3,56%), Mato Grosso (+3,42%) e Tocantins (+3,36%).
Destaques de Maio

Os maiores geradores de empregos no mês foram São Paulo (+33.313 vagas), Minas Gerais (+20.287 vagas) e Rio de Janeiro (+13.642 vagas). O maior crescimento percentual ocorreu no Acre (+1,24%), enquanto o Rio Grande do Sul apresentou um pequeno saldo negativo, com -115 vagas.
Grupos Populacionais
A geração de empregos foi mais positiva para as mulheres (78.025 vagas) do que para os homens (70.967 vagas). Além disso, houve um crescimento significativo de empregos para os jovens de 18 a 24 anos, com a criação de 98.003 postos, especialmente no Comércio (35.901 vagas) e na Indústria da transformação (20.287 vagas). O crescimento também foi expressivo para pessoas com nível médio (113.213 vagas) e para pardos, que registraram a criação de 116.476 postos. O grupo de Pessoas com Deficiência (PCD) também teve saldo positivo, com a geração de 902 vagas.






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