A linha de investigação investiga a linha de comando do BRB sob Ibaneis Rocha, se ele deixou de ser um banco público para atuar como braço de negócios de interesse do governador. A insistência de Ibaneis em defender a higidez do banco, mesmo diante das provas da Operação Compliance Zero, e sua declaração de que o governo estaria “pronto” para aportar recursos do Tesouro para cobrir o rombo, são vistos como confissões de responsabilidade.
Na terça-feira (27), será a vez de Robério Cesar Bonfim Mangueira, superintendente de Operações Financeiras do BRB. A expectativa é que os depoimentos desmontem a tese de “erro técnico” e exponham a cadeia de comando que obrigou o banco dos brasilienses a socorrer o banco de Daniel Vorcaro.
Tensão no STF
Fonte: Com informações da Agência Brasil
