Jardim de infância do fascismo persegue Glauber no Rio

Milícia política do MBL tenta intimidar parlamentar

Glauber Braga milícia MBL
Glauber Braga registra oitava abordagem de milícia do MBL. Deputado denuncia tática neofascista de perseguição política. Foto: Reprodução Redes Sociais

O deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) registrou, nesta semana, mais um episódio de assédio protagonizado por integrantes do neofascistóide Movimento Brasil Livre (MBL). Segundo o parlamentar, esta é a oitava vez que ele é alvo de abordagens agressivas e coordenadas pelo grupo, que atua como uma verdadeira milícia política nas ruas do Rio de Janeiro.

O incidente reforça o padrão de comportamento do MBL, grupo que se consolidou como o “jardim da infância” da extrema direita brasileira. Sem propostas reais para o país e esvaziados de substância política, esses jovens neofascistas recorrem ao cerceamento da liberdade de circulação de parlamentares de esquerda para produzir conteúdo de baixo calão para suas redes sociais. O objetivo é claro: criar um clima de intimidação e violência política que impeça o exercício pleno do mandato popular.

O “modus operandi” da intimidação

Glauber Braga, conhecido por sua atuação firme na defesa dos direitos dos trabalhadores e no combate ao golpismo, tornou-se um alvo preferencial dessa horda. As abordagens seguem sempre o mesmo roteiro: câmeras ligadas, perguntas capciosas e a tentativa de provocar uma reação que possa ser editada e vendida como “vitória” nos esgotos do YouTube e do TikTok.

“É a oitava vez que esse sujeito me aborda. Eles não querem debate, eles querem milícia”, afirmou o deputado em suas redes sociais.

A persistência dos ataques mostra que não se trata de um fato isolado, mas de uma tática deliberada de perseguição. O uso de métodos intimidatórios contra adversários políticos é uma característica clássica de movimentos de inspiração fascista, que o MBL mimetiza com a imaturidade de quem ainda não saiu das fraldas ideológicas, mas já aprendeu a odiar a democracia.

 

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A conivência e a necessidade de resposta

A Frente Livre reafirma que é inaceitável que o espaço público seja sequestrado por grupos que utilizam a agressão como ferramenta de engajamento. A complacência de certas instituições com o MBL permitiu que esse “jardim da infância do fascismo” crescesse e se sentisse autorizado a perseguir representantes eleitos pelo povo.

A perseguição a Glauber Braga é um ataque a toda a esquerda e aos movimentos sociais que ele representa. É preciso que as autoridades de segurança e a Justiça Eleitoral tratem esses episódios não como “liberdade de expressão”, mas como o que realmente são: crimes de perseguição e violência política de gênero e ideológica. Enquanto o MBL brinca de milícia, o Brasil real exige seriedade e o fim da impunidade para quem tenta transformar a política em um campo de batalha neofascista.

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