A investigação aponta que o BRB, sob a presidência de Paulo Henrique Costa homem de confiança de Ibaneis, hoje afastado , comprou R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito fraudadas do Banco Master. Para tentar cobrir o buraco, o Master entregou ativos que a Folha de S.Paulo revelou serem compostos por fundos duvidosos, dívidas impagáveis e até imóveis da família de Daniel Vorcaro com baixa liquidez.
Em resumo: o banco público do DF trocou dinheiro bom por papéis podres. Agora, o BC exige que o BRB reserve mais R$ 2,2 bilhões além dos R$ 2,6 bilhões já mapeados, totalizando quase R$ 5 bilhões de prejuízo potencial.
O Contribuinte Paga
Veja AQUI a página com todas as nossas matérias sobre o Caso Master-BRB
