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aviação salário recorde
Saguão do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) lotado no início das férias escolares, em 7 de julho. Foto: MPOR
ECONOMIA

Aviação bate recorde com 65,2 milhões de passageiros

Alta de 5,4% no semestre reflete melhora da economia

O Brasil registrou 65,2 milhões de passageiros em voos no primeiro semestre de 2026, um aumento de 5,4% em relação ao mesmo período de 2025. O número, divulgado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), é o maior da série histórica para o período e confirma uma tendência que o bolsonarismo insiste em negar: a economia brasileira está crescendo, o povo está com mais dinheiro no bolso e, com isso, está voando mais.

Foram 50,2 milhões de passageiros em voos domésticos e 15 milhões em voos internacionais entre janeiro e junho. Só em junho, 10,3 milhões de brasileiros passaram pelos aeroportos do país. A movimentação de cargas também cresceu: 673,6 mil toneladas transportadas, 1,4% a mais que em 2025.

O motor do crescimento não é mistério

A pergunta que a direita não quer responder é simples: de onde vem esse aumento da demanda na aviação civil? A resposta é óbvia: a política econômica do governo Lula, que tem como carro-chefe o aumento real do salário, a geração de empregos formais e a redução do desemprego.

Os números falam por si. O salário médio do trabalhador brasileiro bateu recorde histórico no primeiro trimestre de 2026, alcançando R$ 3.722 — um ganho real de 5,5% acima da inflação na comparação com o mesmo período de 2025. A massa salarial, que mede o total de rendimentos circulando na economia, atingiu R$ 374,8 bilhões mensais, o maior valor já registrado. Mais dinheiro no bolso do trabalhador significa mais consumo — e consumo significa mais passagens aéreas vendidas.
O mercado de trabalho formal não para de gerar vagas. Desde 2023, foram criados mais de 5 milhões de empregos com carteira assinada, elevando o total de vínculos formais para mais de 49 milhões de trabalhadores. A taxa de desemprego caiu para 5,6%, o menor nível da história do país. Cinco milhões de brasileiros que antes estavam na informalidade ou desempregados hoje têm renda fixa, carteira assinada e, pasmem, condições de comprar uma passagem de avião.

O contraste com o desgoverno anterior

O crescimento do setor aéreo não é um fenômeno isolado. É um sintoma direto de uma política econômica que prioriza o trabalhador, o consumo popular e a geração de emprego. Durante o governo Bolsonaro, o Brasil perdeu empregos, o salário mínimo teve aumentos abaixo da inflação e a massa salarial encolheu. Resultado: menos gente voando, mais aeroportos vazios e empresas aéreas com balanço no vermelho.

Agora, com salário em alta, desemprego em baixa e massa salarial recorde, o brasileiro está fazendo o que a extrema direita mais teme: vivendo. Viajando. Consumindo. O aumento de 5,4% no número de passageiros aéreos não é obra do acaso — é o reflexo de um país que voltou a crescer.

Que os bolsonaristas continuem chamando isso de “não sei o quê”. Enquanto isso, 65 milhões de brasileiros decolam.

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