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Agentes da PF em distribuidora de gás em São Paulo. Foto: PF
ECONOMIA

PF na rua contra abuso no preço do gás de cozinha

Ação alcançou 55 estabelecimentos em 24 cidades

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 9, a segunda fase da Operação Vem Diesel para fiscalizar distribuidores e revendedores de gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de botijão. A ação foi conduzida pela Força-Tarefa para Monitoramento e Fiscalização do Mercado de Combustíveis, formada pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), pela PF e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

As equipes atuaram em 24 cidades de 15 estados e no Distrito Federal, alcançando 55 estabelecimentos. Participaram da operação agentes da ANP, integrantes de Procons e policiais federais. O objetivo é identificar práticas irregulares no aumento do preço do gás, combinações entre empresas concorrentes para controle de mercado e outras condutas abusivas que prejudiquem o consumidor.

Fiscalização mira abuso no mercado

Segundo a PF, eventuais irregularidades encontradas e que indiquem crimes contra a ordem tributária, econômica, contra a economia popular ou contra as relações de consumo serão encaminhadas para apuração.

O problema é conhecido: em um mercado concentrado, a população paga a conta enquanto grupos econômicos tentam impor seus preços como se o botijão fosse um luxo, e não um item básico da vida cotidiana. A operação, nesse sentido, chega como resposta institucional a uma pressão antiga, mas ainda insuficiente diante da estrutura de poder que sustenta o abuso.

55 alvos em 24 cidades

A ação ocorreu nos estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. O foco, segundo os órgãos envolvidos, é ampliar a fiscalização e coibir práticas que afetam diretamente o consumidor de menor renda.

A operação mostra que o gás de botijão segue como um dos termômetros mais duros da inflação sentida nas casas brasileiras. Quando o preço sobe por abuso, combinação ou especulação, o impacto é imediato na cozinha de milhões de famílias. E é justamente aí que a fiscalização precisa ser permanente, e não apenas episódica.

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