Uma notícia que faz o Nordeste pulsar mais forte, camarada! O plano de financiamento da Ferrovia Transnordestina, coordenado pela Secretaria Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros (SNFI), acaba de receber um impulso gigantesco com o apoio do Congresso Nacional. Nesta terça-feira (17), a Câmara aprovou o Projeto de Lei nº 3 de 2025 (PLN 3/2025), liberando um crédito adicional de R$ 816.647.541 para o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). Essa é a certeza de que as obras da Transnordestina, uma das joias do Novo PAC, seguirão a todo vapor, em parceria com a concessionária TLSA.
A relevância dessa aprovação é fundamental para o desenvolvimento do Nordeste e para a infraestrutura logística do país. Esse valor, arrecadado com o leilão das cotas escriturais do Fundo de Investimento do Nordeste (Finor) na Bolsa de Valores, em março, será usado para adquirir participações acionárias na Transnordestina Logística S/A (TLSA). Isso garante a continuidade dos investimentos já iniciados e, de quebra, fortalece o patrimônio do FDNE a longo prazo. É um movimento estratégico do governo, mostrando que a prioridade é o crescimento regional e a geração de emprego e renda para o nosso povo, ao contrário do governo anterior que pensou em paralisar a obra!
Trilhos de Progresso
A aquisição dessas ações preferenciais pela Sudene, através do FDNE, é um marco. O Fundo, que já tinha uma participação relevante de R$ 3,6 bilhões na Transnordestina, agora se torna também acionista. Isso não só assegura a execução dos contratos e investimentos, mas também permite que, futuramente, quando os ativos se valorizarem com a operação da ferrovia, o fundo possa se recapitalizar, reinvestindo em novos projetos estruturantes na região. O secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, deixou claro: o objetivo não é ser acionista permanente, mas sim garantir a fluidez do financiamento e o sucesso da obra.
Essa forma de participação acionária é eficiente para o financiamento de despesas de longo prazo, apoiando a iniciativa privada sem comprometer a saúde fiscal do governo. O PLN 3/2025 é um exemplo de como é possível garantir o crédito extra sem aumentar a dívida além do permitido pela regra fiscal. Afinal, os gastos são financeiros e não impactam a meta de economia do governo no ano. Uma jogada de mestre para quem sabe fazer a economia girar a favor do povo!
Vale lembrar que o governo passado, com sua visão tacanha, chegou a encomendar um estudo para decretar a caducidade da concessão e paralisar o investimento na Transnordestina. Isso significaria jogar dinheiro fora, com a União tendo que indenizar o concessionário pelas partes já prontas e assumir a obra com todos os desafios de teto de gastos. Mais uma prova de que a falta de planejamento e a ideologia cega são inimigas do desenvolvimento.
[Transnordestina – Investimento e Impacto Social]
O projeto da Transnordestina está a todo vapor, com previsão de iniciar sua operação em 2025, já com os primeiros transportes de cargas como soja, farelo de soja, milho e calcário. Cem por cento dos lotes que chegam ao Porto do Pecém já estão contratados, e mais de 3.500 trabalhadores estão atuando na ferrovia, com R$ 120 milhões sendo executados mensalmente em obras. Essa é a prova concreta do que a união entre planejamento, investimento e visão de futuro pode fazer pelo nosso país. A Transnordestina conectará o Porto do Pecém (CE) ao município de Eliseu Martins (PI), ampliando o escoamento de minérios e commodities agrícolas. Com 75% da primeira fase concluída e previsão de finalização total até 2027, essa ferrovia de 1.750 km atravessará Ceará, Pernambuco e Piauí, fortalecendo a infraestrutura logística regional e, acima de tudo, o sonho de um Nordeste mais forte e justo!
Fonte: Agência GovBR






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