Brasil bate recorde com 103 milhões de ocupados

Maior número de pessoas ocupadas da série histórica desde 2012

Por Redação
recorde de emprego
Imagem: FLIA (gerada por IA)

No terceiro ao do governo Lula 3, o Brasil chegou a 103 milhões de pessoas ocupadas em 2025, o maior número da série histórica iniciada em 2012, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2012, eram 89,3 milhões de brasileiros trabalhando. Desde então, 13,7 milhões de pessoas foram incorporadas à população ocupada, um crescimento de 15,4%.

O recorde não é obra do acaso nem do mercado. É resultado de uma política econômica que priorizou o consumo interno e a geração de emprego — o mesmo modelo que a Frente Livre já documentou em uma avalanche de recordes: a aviação voando com o maior volume desde 2000, a fila do INSS no menor nível, a renda per capita batendo recorde e o SUS mirando novo marco em cirurgias.

As mulheres e a escolaridade avançam

O recorde veio acompanhado de mudanças de perfil que incomodam a direita. Entre os homens, o contingente passou de aproximadamente 52,1 milhões para 58,2 milhões, crescimento de 11,7%. Eles correspondiam a 56,5% dos trabalhadores em 2025. Já a participação dos ocupados com ensino superior completo saltou de 14,1% para 24,9%.

O maior crescimento absoluto ocorreu no grupo formado por administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde e serviços sociais: de 14,1 milhões para quase 19 milhões de ocupados, um acréscimo de aproximadamente 4,9 milhões de trabalhadores. Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas também avançaram, de 9,6 milhões para 13,4 milhões.

O emprego que a direita não consegue explicar

O avanço se deu ao mesmo tempo em que o mercado de trabalho brasileiro mudou de perfil: aumento da presença feminina, avanço da escolaridade e maior participação do trabalho por conta própria ao longo dos últimos 13 anos. São os números que a Faria Lima chora ao ver — a mesma Faria Lima que apostou no terrorismo fiscal e acordou com uma avalanche de recordes.

A economia de Lula não para de bater marcos. E cada novo recorde desmonta a narrativa de que o país estaria “quebrando” ou que o trabalhador estaria pior. 103 milhões de pessoas ocupadas é o retrato de um país que trabalha, produz e avança. A direita pode torcer o nariz para os dados, como sempre faz. Os números, porém, não se importam com a opinião dela — e continuam subindo.

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